quarta-feira, 1 de julho de 2009

Amizadee!!


Quem instituiu que para vivermos socialmente precisamos de amigos? Eu não sei, mas eu preciso! Sinceramente o que me leva a escrever esse post é uma pessoa em especial: Angélica Meneghetti dos Santos, meu porto seguro, meu braço direito, e esquerdo também. Conhecemos há seis anos quando fomos estudar na mesma escola, desde o primeiro dia de aula ficamos amigas, “as duas perdidas que se encontraram”. A amizade cresceu e amadureceu, algo indescritível, uma perfeita sintonia de pensamentos nos fez evoluir e aprender juntas. O tempo passou, fomos colegas até terminarmos o ensino médio, mas com interesses diferentes escolhemos nossas faculdades, o que parecia o fim, teve um bônus do destino, ou de alguém lá de cima, meu primeiro semestre do curso pude fazer na minha cidade junto de outros cursos, assim durante esses seis meses fomos juntas todos os dias para a universidade. Porém o tempo é injusto e passa muito depressa, ontem foi meu último dia de aula, nosso último dia de convivência diária, uma etapa da vida que se encerra. Caída em uma tristeza profunda pela falta que sei que ela fará, lembro de todos os momentos que junta passamos, e já me derreto em lágrimas. Quantos conselhos? Quantas risadas? Quantos segredos? Uma estonteante amizade que vai durar para sempre!
Angélica, estou certa que nada será capaz de acabar com tudo que construímos juntas, você será eternamente meu anjo da guarda, sem quem não vivo! Independente do tempo e da distância... Te amo pra sempre!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Jornalistas, o fim?

Posso considerar que dentre minhas principais conquistas do ano, minha carreira profissional foi a que mais se enalteceu. Considerando minha entrada na faculdade de jornalismo (que sempre foi meu sonho) e começar a trabalhar nesse mesmo ramo, com uma confiança relevante para quem está no primeiro semestre do curso. Felicidade plena nesse aspecto da vida? Bééé, não! Ontem (17) o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucional a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercer a profissão. Espera aí, eu estou pagando horrores por mês para sair formada na profissão dos meus sonhos, quando qualquer um, a partir de agora, pode ser um jornalista? Estou estarrecida com essa decisão, não posso crer que quem passa quatro anos em uma sala de aula aprendendo todas as determinações de uma profissão possa ser comparado com uma pessoa comum. Além desse aspecto, considero difícil acreditar que esses senhores da lei que desaprovaram a necessidade do diploma, afirmem que não há necessidade de ser formado em uma faculdade para passar informação ao telespectador, ouvinte ou leitor. Será isso verdade? Hoje em dia tudo o que fazemos e pensamos, é diretamente influenciado pela mídia, os jornais são nossa maior ligação com os fatos e acontecimentos do mundo, pessoas capacitadas, até então, nos contam a notícia, com fidelidade e imparcialidade ao acontecido como aprenderam na faculdade que deve ser. Mas e a partir de agora? Se os jornalistas não precisam mais ser capacitados em uma universidade para exercer a profissão aonde eles irão aprender esses valores essenciais para o ofício? Outro fator que deve ser mencionado é a própria existência do curso de jornalismo, com a não obrigatoriedade de especialização na área, o número de alunos que procurarão esse curso diminuirá consideravelmente, o que me faz supor a futura extinção da faculdade. Mas porque tudo isso, porque toda essa mudança? Espero que a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), junto das universidades de todo o país, consigam reverter essa situação que nós jornalistas e futuros jornalistas nos situamos. Eu, terminando o primeiro semestre do curso, admito ter cogitado a hipótese da mudança para Relações Públicas, no entanto certa de meu amor pela informação, resolvi ser persistente. Não desistirei do meu sonho e me tornarei, no futuro, uma real jornalista, formada e com diploma.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Valentine's Day

Dia dos namorados, aiai que data linda! Espera ai! O que tem de linda? Essa data surgiu da falta de venda do comércio entre o dia das mães e o dia dos pais, então ele é um dia completamente materialista. Tá, e daí? Sem se preocupar com as origens, volto a dizer que o dia dos namorados é uma data maravilhosa, é tão bonito sair nas ruas e ver tanto amor no ar, restaurantes com mesas repletas de casais, pessoas carregando flores e embrulhos enormes, sorrisos e beijos por todo lado. É tão bom perceber que apesar de todos os conflitos da rotina atual do mundo ainda o amor seja capaz de unir pessoas com laços de carinho e afeto e nada além disso. E já que se fala em amor e namorado não posso deixar de lembrar do meu, dois anos e meio juntos e nosso terceiro dia dos namorados.
Amor você faz parte dos meus sonhos e planos, você faz a minha vida mais feliz, “como é bom poder te amar” (8). Feliz dia dos namorados, para nós e para todos vocês! Aiai como é lindo o amor!