
Quem instituiu que para vivermos socialmente precisamos de amigos? Eu não sei, mas eu preciso! Sinceramente o que me leva a escrever esse post é uma pessoa em especial: Angélica Meneghetti dos Santos, meu porto seguro, meu braço direito, e esquerdo também. Conhecemos há seis anos quando fomos estudar na mesma escola, desde o primeiro dia de aula ficamos amigas, “as duas perdidas que se encontraram”. A amizade cresceu e amadureceu, algo indescritível, uma perfeita sintonia de pensamentos nos fez evoluir e aprender juntas. O tempo passou, fomos colegas até terminarmos o ensino médio, mas com interesses diferentes escolhemos nossas faculdades, o que parecia o fim, teve um bônus do destino, ou de alguém lá de cima, meu primeiro semestre do curso pude fazer na minha cidade junto de outros cursos, assim durante esses seis meses fomos juntas todos os dias para a universidade. Porém o tempo é injusto e passa muito depressa, ontem foi meu último dia de aula, nosso último dia de convivência diária, uma etapa da vida que se encerra. Caída em uma tristeza profunda pela falta que sei que ela fará, lembro de todos os momentos que junta passamos, e já me derreto em lágrimas. Quantos conselhos? Quantas risadas? Quantos segredos? Uma estonteante amizade que vai durar para sempre!
Angélica, estou certa que nada será capaz de acabar com tudo que construímos juntas, você será eternamente meu anjo da guarda, sem quem não vivo! Independente do tempo e da distância... Te amo pra sempre!
Angélica, estou certa que nada será capaz de acabar com tudo que construímos juntas, você será eternamente meu anjo da guarda, sem quem não vivo! Independente do tempo e da distância... Te amo pra sempre!

