quarta-feira, 17 de março de 2010

Revendo Conceitos


Antes e Depois

A menina feinha, de aparelho nos dentes, gorda, cabelo mal cortado, roupas feias, gritona, que se achava, passava longe dos gostos dos meninos, e de poucos amigos verdadeiros; dos meus 13 anos, sumiu! Depois de pouco mais de quatro anos, as visões se tornaram incrivelmente diferentes. Sem aparelho e alguns quilos a menos, a menina virou mulher!
Indescritível comentar as mudanças, ver que as opiniões quanto a mim, são totalmente outras, e principalmente (repetindo já) Ijuí me trouxe uma nova visão de vida e de mim mesma.
Sei que mudei, mas o mais difícil é mostrar isso para os outros, amadureci, me tornei mais compreensiva e mais feliz.
No sábado fui a um aniversario em Santo Cristo, coloquei um vestido realmente lindo com assessórios mais incríveis ainda, e naquela noite me senti em meio a todas aquelas pessoas desconhecidas admirada, o que me fez me sentir bem. Tah, mas como diz a Vanessa: Eles são ‘colonada’! Então qualquer pessoa com um vestidinho mais ou menos vai causar inveja por lá. Hoje a situação foi outra, ontem a noite após uma cervejada (aliás, Smirnoff’ada), cheguei em casa e tinha recebido duas fotos minhas da festa que uma amiga fotógrafa havia tirado. Dei uma tratadinha e postei no orkut, à 1h da madrugada. Hoje, então, ao acordar e abrir meu orkut, como de costume, me deparo com uma página inteira de atualizações minhas, hã? Sim as duas fotos fizeram sucesso total durante a noite.
O fato me fez repensar na visão que meus amigos, colegas e zaz, tinham de mim. Ali percebi algo que sempre quis perceber, eu mudei e os conceitos quanto a mim foram revistos.
Enfim, continuo a semana incrivelmente satisfeita, e esperando um final de semana mais perfeito ainda, que com certeza vai me render mais um post semana que vem!

Revendo Conceitos

quinta-feira, 11 de março de 2010

Feliz Ano Novo


Opa, 11 de março e a Patricia desejando feliz ano novo? Sí si, claro claro. Pra quem não me conhece, e até para quem me conhece, mas não sabe, eu tenho uma velha filosofia, (tá palavrinha pomposa para um simples conceito, é ‘conceito’ talvez seja a palavra correta, assim retomando) eu tenho um velho conceito: Meu ano começa três vezes! What? Yes.
1º ano novo: no dia 01 de janeiro, dã: como todo mundo, ou quase todo mundo considerando as religiões e países que tem outro dia para comemorar essa data, eu comemoro o ano novo no primeiro dia de janeiro. O dia da confraternização universal, dá largada para o ano que inicia e é nesse momento que os pedidos e promessas são feitos, para quem sabe e provavelmente não, sejam realizados. Normal até aqui, OK? Yes.
2º ano novo: Bom, com 17 anos e estudando desde os dois, para mim é difícil não considerar a volta às aulas como um novo início, assim: um novo ano! Apesar de parecer estranho e sem grande valor, o começo das aulas sempre é esperado ansiosamente por mim. Se eu sou CDF? Jura, nem perto, a volta ao colégio, alias agora à faculdade, para mim, é incrivelmente aguardado pelos colegas, pelo clima, pela parceria, pelos colegas novos ^^, tudo o que envolve aquele sentimento de estudante! Normal? So and So.
3º ano novo: Já em meados de março, mais para o findar do mês vem a data mais especial do ano: meu aniversário. Ai como eu gosto, chega janeiro e eu já estou esperando meu dia. Voltando ao ano novo, como não considerar que este seja também uma retomada, momento de experimentar a nova idade, (porque ainda sou novinha e não estou na idade de querer esconder idade e querer parar no tempo, para não ficar mais velha), assim no dia 23 de março meu ano começa realmente. Normal? Tah, vai...
Depois de três meses comemorando o inicio do novo ano, restam apenas nove meses para realizar os desejos e promessas feitos nos três réveillon’s, hehe. É, crenças a parte, vivo sempre recomeçando, esses três são os meus oficiais que ocorrem todos os anos, mas a cada acordar penso no dia melhor (ou não) que está por vir.
1º ano novo: O primeiro já foi. Em Torres, com a família e o Rafinha (♥) na beira da praia, todos de branco, com muita música, champagne (do tipo Piagentini, hehe), fogos no céu, a água batendo nos pés, e muito amor.
2º ano novo: Este no dia 01 de março (ai como eu amo março), em ijuí com os colegas mais maravilhosos que eu já tive: Comunicação Social. Depois de uma aula um tantinho chata, a festa contou com muita alegria, reencontro, folia, (muitas) fotos, bagunça e meus colegas perfeitos. Revê-los depois de três meses foi uma experiência incrível. Definitivamente incrível.
3º ano novo: esse ainda está por vir, no dia do segundo ano novo comecei minha contagem regressiva. Hoje faltam 11 dias, o que vai acontecer não sei, espero que alguém lembre e, se não for pedir demais, que alguém faça uma supresa (adoro).
Enfim recomeçar...

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

10 Edições

Quase dois meses sem escrever aqui, motivos e razões não faltam. Trabalhos da Faculdade, festas de finais de ano, viagem e principalmente o jornal. Imprevistos não faltaram nesse tempo. Mas o principal deles foi um enfarto do meu editor-chefe o que me deixou sozinha na redação do jornal, aliás, só para constar, sozinha. Uma estudante do segundo semestre de jornalismo, que conseguiu uma vaga de estagiária em um dos principais jornais da cidade, que, aliás, é bissemanal virou jornalista principal quando a outra pessoa que ocupava o cargo teve que sair. Assim dia sete de dezembro ela assume, então, a edição do jornal. Não achei que fosse capaz, mas consegui. Dez edições, escrevendo, organizando, separando e corrigindo. Foram inúmeras as terças e sextas-feiras, dias de fechamento de jornal, que acordei sem saber se conseguiria fazer tudo. Com muita dedicação, organização, amigos e sorte, consegui o que jamais esperava, tudo deu certo. Foram muitos os que duvidaram e que quiseram meu lugar. Mas eu fui firme e utilizei de todo o meu tino jornalístico para conseguir pensar em matérias boas para seguir em frente e ninguém perceber qualquer queda na qualidade do jornal. Hoje venho que deu tudo certo, meu editor-chefe está recuperado e de volta à ativa. Eu voltei para o meu posto de jornalista que já extremamente bom, e com uma experiência que muitos jornalistas com diploma nunca tiveram e muitos nunca vão ter. Me sinto feliz e lisonjeada pela oportunidade, e agora também tranquila pela saúde do meu querido editor. ;)