quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

10 Edições

Quase dois meses sem escrever aqui, motivos e razões não faltam. Trabalhos da Faculdade, festas de finais de ano, viagem e principalmente o jornal. Imprevistos não faltaram nesse tempo. Mas o principal deles foi um enfarto do meu editor-chefe o que me deixou sozinha na redação do jornal, aliás, só para constar, sozinha. Uma estudante do segundo semestre de jornalismo, que conseguiu uma vaga de estagiária em um dos principais jornais da cidade, que, aliás, é bissemanal virou jornalista principal quando a outra pessoa que ocupava o cargo teve que sair. Assim dia sete de dezembro ela assume, então, a edição do jornal. Não achei que fosse capaz, mas consegui. Dez edições, escrevendo, organizando, separando e corrigindo. Foram inúmeras as terças e sextas-feiras, dias de fechamento de jornal, que acordei sem saber se conseguiria fazer tudo. Com muita dedicação, organização, amigos e sorte, consegui o que jamais esperava, tudo deu certo. Foram muitos os que duvidaram e que quiseram meu lugar. Mas eu fui firme e utilizei de todo o meu tino jornalístico para conseguir pensar em matérias boas para seguir em frente e ninguém perceber qualquer queda na qualidade do jornal. Hoje venho que deu tudo certo, meu editor-chefe está recuperado e de volta à ativa. Eu voltei para o meu posto de jornalista que já extremamente bom, e com uma experiência que muitos jornalistas com diploma nunca tiveram e muitos nunca vão ter. Me sinto feliz e lisonjeada pela oportunidade, e agora também tranquila pela saúde do meu querido editor. ;)

domingo, 29 de novembro de 2009

Tercerão 2008

Angélica
Bianca
Bruna
Camila M.
Camila N.
Cleides
Cristiano
Douglas
Eliane
Evelize
Fabíola
Fernanda
Franciele
Francis
Fúlvia
Gustavo
Jéssica D.
Jéssica B.
Joabel
Karen
Leonardo
Luana
Lucas (Emo)
Lucas B.
Mariana
Matheus Flores
Matheus Leusin
Mateus Fernandes
Natana
Nayara
Pamela
Patricia
Pedro
Tiago
Vinício

Um ano de uma das noites mais inesquecíveis da minha vida... A formatura de Ensino Médio, uma noite indescritível, não pela festa ou pela cerimônia, mas sim pela despedida das pessoas que conviveram tantos anos comigo dia após dia, manhã após manhã. Aquele doce Terceirão 2008, tão desunido, tão desanimado, mas tão feliz. Tenho orgulho de ter feito parte daquela turma. Tantos colegas que se tornaram peça essencial para a minha vida. Tantas risadas, angústias, brigas e amizade conviveram conosco em todos aqueles 200 dias letivos. Um sonho que chegou ao fim naquele 29 de novembro de 2008, a beleza da infância e da juventude, a facilidade de levar a vida pelo simples prazer ou obrigação de estudar, viver sobre a guarda de um professor que mesmo nos cobrando só queria o nosso bem. No entanto naquela mesma noite iniciou outro sonho, o do futuro, das realizações pessoais, da faculdade, da profissão desejada, da vida nova. O mundo abriu as portas para aqueles alunos que naquela noite completaram sua educação escolar, e esses devem saber aproveitar a oportunidade lhes dada. O tempo passou e assim como completou um ano, completará dois, três, quatro e assim por diante. Os dias passam e a saudade fica... apesar da distância, muitos de vocês colegas, estarão para sempre guardado no meu coração.. amo vocês eternamente!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Indecisões passadas

Mudaram as estações
nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu

Tá tudo assim, tão diferente


Se lembra quando a gente

chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre

sem saber

que o pra sempre
sempre acaba

Quando tudo parece estável, algo muda e deixa tudo errado e fora do lugar, quando esse errado começa a fazer sentido e achamos que está se tornando certo, tudo gira e caímos novamente no abismo do destino inconstante. O que eu fazer? Sonhar que tudo pode voltar ao seu lugar, sonhar que haja um lugar para se voltar, sonhar em um dia ter havido um lugar para q
ual se queira voltar. Voar em direção ao horizonte vendo, mais uma vez, uma oportunidade passar sem me possibilitar qualquer tipo de despedida a altura da situação. Triste terminar o que começou de forma tão encantadora e radiante, com um final frio e distante. Ver as possibilidades duvidosas, mas ainda possibilidades, se fecharem sem nem ao menos você se decidir o que era mais cabível ao momento e a situação. No final percebemos que por mais tenha valido a pena, não nos levou a lugar nenhum. O mais melancólico é não ter aproveitado mais de seu auge, não ter tido chance de optar e ver tudo indo embora tão rápido quanto veio. O dia anoitece da mesma forma que amanheceu, sem aviso prévio e sem rodeios. Agora é esperar um novo amanhã mais sensato, menos inconstante e tanto quanto enlouquecedor.